quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Dupla delícia
terça-feira, 3 de novembro de 2009
A ironia do legalismo
Nós devemos tirar o chapéu para os legalistas. São eles os responsáveis por reduzir o Evangelho a um rígido e massacrante código de leis. E isto é um feito e tanto. É como colocar as Cataratas do Iguaçu dentro de uma xícara de café, ou sendo mais fíel a uma expressão bíblica, é por vinho novo em odre velho.
O evangelho, ou o pseudo-evangelho, que seus ardilosos pregadores anunciam, é um verdadeiro híbrido, uma mistura bem interessante. Bom, quais são os ingredientes? Uma grande dose de lei mosaica, um punhado de ética-moral estadunidense, raízes fortes do coronelismo nordestino, e não pode falar uma boa dosagem de regras eclesiásticas inventadas por homens. Ah... quase esqueci... uma "pitadinha de nada" da graça para parecer que é Evangelho.
Por que tantas interpretações?
Por Daniel Grubba
Este post é uma resposta ao Ricardo do blog A arte de ter razão (muito bom por sinal). Como acredito que esta pergunta Por que tantas interpretações? é uma pergunta recorrente e bastante comum, resolvi deixar disponível aos leitores do blog.
1- Como você deve saber a Bíblia é uma coleção de 66 livros, escritos há milênios atrás, em um longo período de tempo (aprox. 1500 anos) e por diversos autores. Há um abismo cronológico, geográfico, cultural, gramatical e literário, que separa o leitor moderno do escritor original. Obviamente, estes abismos tornam a tarefa hermenêutica um grande desafio.
sábado, 31 de outubro de 2009
Ganhador do livro As crônicas de Nárnia

O blog Soli Deo Gloria fez seu primeiro sorteio de livro e foi um sucesso de participação. Pessoas de todos os cantos do Brasil, de confissões de fé bem variadas, não perderam tempo e se inscreveram no sorteio que teve seu término no dia 31/10. Agradeço ao portal Mundo Nárnia que enviou bastante leitores ao blog e a também a todos os participantes.
Coragem protestante
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Leitura pós-moderna do texto bíblico
Uma das principais características do pós-modernismo é a relativização da verdade. De acordo com os profetas da pós-modernidade, não existe uma verdade absoluta, tudo é relativo. É por isso que é muito comum ouvirmos por ai alguns mantras como: "isto é verdade para você, mas não é verdade para mim", "a verdade é apenas uma questão de perspectiva", e assim por diante.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
O desprezo pela leitura faz mal
John Trembath,O que tem prejudicado a sua vida no passado e, lamento dizer, até hoje, é a sua negligência quanto à leitura. Negligência tal que, por sua vez, chega a prejudicar até o próprio desejo de ler.
Dificilmente me recordo de um pregador que leia tão pouco. Eis a razão porque seu talento em pregar não aumenta. Você continua pregando como pregava há sete anos; com emoção, porém sem profundidade. Falta variedade e conteúdo.
A leitura poderá preencher estas lacunas com meditação e oração diária. Você prejudica a si mesmo em omitir tal prática.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Coração que abraça o mundo
Paixão pela leitura
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
A presença real de Deus
Certa feita um famoso ministro de louvor disse que o evangelho é o "fiozinho do pêlo do braço arrepiado". Ora, de onde este piedoso cristão tirou isto, senão de sua própria experiência pessoal? Ainda que isto não passe de uma redução tacanha do verdadeiro significado do Evangelho, devemos nos esforçar para tentar compreender o que o músico quis dizer.
Na verdade, ele quis dizer que para a fé ter sentido real devemos nos entregar ao subjetivismo puramente emocional. Isto significa que precisamos ver com os olhos, sentir na pele, apalpar com as mãos, e absorver através de nossas sensorialidades tudo aquilo que a Palavra nos diz que devemos discernir apenas espiritualmente. Veja que Paulo fez um tremendo esforço para demover os cristãos de uma esfera puramente material, que obviamente implicava em idolatria ao que é palpável. De acordo com o "apóstolo dos gentios" até mesmo o conhecimento de Jesus tem que ser reformulado em novas categorias epistemológicas. Ainda que tenhamos conhecido Cristo segundo a natureza humana, contudo agora já não o conhecemos desse modo. (II Co 5.16).
Breve análise do julgamento judaico de Jesus
Por Daniel Grubba
Aproximadamente um terço dos evangelhos narram os eventos derradeiros da vida de Jesus. De fato, muitas coisas importantes aconteceram neste pequeno espaço de tempo chamado de "Semana da Paixão". Teologicamente podemos dizer que foi um momento crucial no desenvolvimento da história da Redenção.
Um trecho bastante explorado por estes biógrafos autorizados de Jesus trata-se exatamente das acusações e dos julgamentos legais em que o rabi da Galiléia foi submetido pouco antes de ser morto cruelmente. Tudo foi muito rápido: ele foi traído por um "amigo", preso, espancado e acusado de blasfêmia pelas autoridades judaicas, entregue ao poder governamental de Roma e condenado à morte da cruz.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Crime e Castigo
Por Ricardo Gondim
Em Crime e Castigo, Dostoiévski narra a vida de Raskólnikov, estudante desesperado pela miséria. Vendo-se explorado por Aliena Ivánovna, uma velha, usurária que sobrevive da agiotagem, Raskólnikov a assassina com golpes de machado. Para justificar seu homicídio, Raskólnikov, que era brilhante, engendra uma teoria: existem dois tipos de indivíduos, os “ordinários” e os “extraordinários”. Os “ordinários” são aqueles que se contentam em reproduzir, e caminham anônimos pela existência; eles fazem parte das massas, e vagam como manada. Já os “extraordinários” são os responsáveis pela história e sobre seus ombros recai o dever de conduzir os destinos da humanidade.
























